International Hydropower Association convenes roundtable in Brasília to advance pumped storage investment
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Industry leaders and government officials gather to chart a path forward for large-scale electricity storage
Brasília, Brazil — The International Hydropower Association (IHA) is hosting a high-level roundtable in Brasília bringing together government officials, regulators, and energy companies to accelerate the development of pumped storage in Brazil. The event marks a pivotal moment for the country's energy transition, as the sector calls for regulatory and economic action to unlock investment in hydraulic storage systems.
Brazil stands at a crossroads. With approximately 90% of its electricity generated from renewable sources, the country already has one of the cleanest power systems in the world built on decades of hydropower investment. But the rapid growth of solar and wind generation is creating new pressures: rising curtailment, grid instability during peak hours, and a growing need for large-scale, long-duration electricity storage. Recent estimates put losses from renewable curtailment alone at USD $1.1 billion in 2025.
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Pumped storage is a proven, long-lived technology ideally suited to address these challenges. Unlike batteries, it requires no critical minerals, draws on Brazil's world-class civil and hydropower engineering capabilities, and can provide not just stored energy but a full suite of services that keep the grid stable and reliable. A pumped storage plant can be expected to serve at least 100 years with only minimal maintenance costs.
The roundtable centres on a set of five priority actions that the hydropower industry is formally presenting to the Brazilian government to:
- Define the regulatory identity of pumped storage: resolve current ambiguity over how pumped storage projects are classified, licensed, and connected to the grid.
- Support project development: establish clear signals on where storage is needed and create a predictable pipeline of auctions to encourage developers to bring projects forward.
- Operationalise long-term contracts: making 30-year capacity contracts available, giving investors the revenue certainty needed to finance projects with 50-year-plus lifespans.
- Streamline environmental licensing: create proportionate permitting for pumped storage, recognising that many project types like closed-loop systems, carry a lower environmental footprint than conventional hydropower.
- Coordinate across agencies: align the roles of Brazil's Ministry of Mines and Energy, ANEEL, EPE, ONS, ANA, and environmental authorities around a shared implementation agenda.
Recent signals from the Brazilian government are encouraging: CNPE Resolutions No. 7 and 8, published in May 2026, provide a policy mandate for pumped storage procurement and planning. The roundtable aims to translate that political momentum into concrete regulatory action.
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IHA CEO Eddie Rich, attending the event in Brasília, said:
"Brazil has always been a hydropower superpower. With increasing reliance on wind and solar power, it needs a reliable, domestic, and secure way, to balance and store all that power. Huge water batteries (or ‘pumped storage’) is the only proven way to do that at scale. Water, wind, sun, gets the job done. The industry can deliver. What it needs is the regulatory certainty and contractual frameworks to turn promising projects into construction sites. That is what this roundtable is about: working with government and companies together to make it happen, and to make it happen now."
The IHA continues to work with its members and government partners around the world to accelerate the deployment of hydropower and pumped storage as essential pillars of the clean energy transition.
A Associação Internacional de Energia Hidroelétrica realiza mesa-redonda em Brasília para impulsionar o investimento em armazenamento por bombeamento no Brasil
Líderes da indústria e autoridades governamentais se reúnem para traçar um caminho a seguir para o armazenamento de eletricidade em larga escala
Brasília, Brasil — A Associação Internacional de Energia Hidroelétrica (IHA) está sediando uma mesa-redonda de alto nível em Brasília, reunindo autoridades governamentais, reguladores e empresas de energia para acelerar o desenvolvimento do armazenamento por bombeamento no Brasil. O evento marca um momento crucial para a transição energética do país, à medida que o setor clama por ações regulatórias e econômicas para desbloquear investimentos em sistemas hidráulicos de armazenamento.
O Brasil está em uma encruzilhada. Com aproximadamente 90% de sua eletricidade gerada a partir de fontes renováveis, o país já possui um dos sistemas elétricos mais limpos do mundo, construído sobre décadas de investimento em energia hidroelétrica. Porém, o rápido crescimento da geração solar e eólica está criando novas pressões: aumento do curtailment, instabilidade da rede durante os horários de pico e uma crescente necessidade de armazenamento de eletricidade em larga escala e de longa duração. Estimativas recentes apontam que as perdas decorrentes apenas do curtailment de renováveis atingiram USD 1,1 bilhão em 2025.
O armazenamento por bombeamento é uma tecnologia comprovada e de longa vida útil, idealmente adequada para enfrentar esses desafios. Ao contrário das baterias, não requer minerais críticos, aproveita as capacidades de engenharia civil e hidroelétrica de classe mundial do Brasil e pode fornecer não apenas energia armazenada, mas um conjunto completo de serviços que mantém a rede estável e confiável. Estima-se que uma usina de armazenamento por bombeamento opere por pelo menos 100 anos com custos mínimos de manutenção.
A mesa-redonda está centrada em um conjunto de cinco ações prioritárias que a indústria hidroelétrica está apresentando formalmente ao governo brasileiro:
1. Definir a identidade regulatória do armazenamento por bombeamento: resolver a ambiguidade atual sobre como os projetos de armazenamento por bombeamento são classificados, licenciados e conectados à rede.
2. Apoiar o desenvolvimento de projetos: estabelecer sinais claros sobre onde o armazenamento é necessário e criar um pipeline previsível de leilões para incentivar os desenvolvedores a apresentarem projetos.
3. Operacionalizar contratos de longo prazo: disponibilizar contratos de capacidade de 30 anos, oferecendo aos investidores a segurança de receita necessária para financiar projetos com vida útil superior a 50 anos.
4. Simplificar o licenciamento ambiental: criar um processo de licenciamento proporcional para o armazenamento por bombeamento, reconhecendo que muitos tipos de projetos — como os sistemas de circuito fechado — apresentam menor impacto ambiental do que a hidroeletricidade convencional.
5. Coordenar entre os órgãos: alinhar os papéis do Ministério de Minas e Energia, da ANEEL, da EPE, do ONS, da ANA e das autoridades ambientais em torno de uma agenda de implementação comum.
Os recentes sinais do governo brasileiro são encorajadores: as Resoluções CNPE nº 7 e 8, publicadas em maio de 2026, fornecem um mandato político para a contratação e o planejamento do armazenamento por bombeamento. A mesa-redonda tem como objetivo traduzir esse impulso político em ações regulatórias concretas.
O CEO da IHA, Eddie Rich, presente no evento em Brasília, afirmou:
"O Brasil sempre foi uma superpotência hidroelétrica. Com a crescente dependência da energia eólica e solar, o país precisa de uma forma confiável, doméstica e segura de equilibrar e armazenar toda essa energia. As grandes baterias d'água (ou 'armazenamento por bombeamento') são o único meio comprovado de fazer isso em escala. Água, vento e sol — a combinação funciona. A indústria pode entregar. O que ela precisa é de segurança regulatória e de arcabouços contratuais para transformar projetos promissores em canteiros de obras. É disso que trata esta mesa-redonda: trabalhar junto com o governo e as empresas para que isso aconteça — e para que aconteça agora."
A IHA continua trabalhando com seus membros e parceiros governamentais ao redor do mundo para acelerar a implantação da energia hidroelétrica e do armazenamento por bombeamento como pilares essenciais da transição para a energia limpa.
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